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	<title></title>
	<link>http://oarcodavelha.blogsome.com</link>
	<description>um blog de Francisco Pacheco Craveiro</description>
	<pubDate>Sat, 17 May 2008 16:08:56 +0000</pubDate>
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		<title>What would be my search?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 15:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>música</category>
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		<description><![CDATA[	Eu sei que este tipo é um azeiteiro, salvo raríssimos set&#8217;s, mas não posso deixar de o invejar&#8230;




]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Eu sei que este tipo é um azeiteiro, salvo raríssimos set&#8217;s, mas não posso deixar de o invejar&#8230;<br />
<center><object width="318" height="265"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5C4M_c-kI4I&#038;hl=en"></param>
<param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5C4M_c-kI4I&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="318" height="265"></embed></object></center>
</p>
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		<title>No mosquito!</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/05/10/no-mosquito/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 May 2008 18:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>geral</category>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><center><img src='/images/Cpiadenomosquito.jpg' alt='' /></center>
</p>
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		<title>Stendhal</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/04/06/stendhal/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 22:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>pessoal</category>
	<category>citações</category>
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		<description><![CDATA[	
	Ressuscito este espaço movido pela vontade de não o atirar também para o limbo caótico das imensas coisas que inicio e não acabo&#8230;
A mudança do ritmo e da velocidade que me roubam os reflexos e as reflexões a que gosto de me entregar não podem ser motivo do abandono deste meu modesto canto da world [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div align="justify">
	<p>Ressuscito este espaço movido pela vontade de não o atirar também para o limbo caótico das imensas coisas que inicio e não acabo&#8230;<br />
A mudança do ritmo e da velocidade que me roubam os reflexos e as reflexões a que gosto de me entregar não podem ser motivo do abandono deste meu modesto canto da world wide web, ainda que visitado por uma minoria de conhecidos que aqui vêm espreitar os estados da alma do dia ou das noites transformadas em madrugadas&#8230; </p>
	<p>Neste post, sou movido também pelas aspas que abrem e fecham uma citação de stendhal&#8230;</p>
	<blockquote><p>&#8220;deseja tudo, espera pouco, não peças nada&#8221;</p></blockquote>
	<p>Genialmente simples, tomo-lhe conhecimento através do Pedro de Vasconcelos numa entrevista, também ela simples, também ela genial, numa revista que me esperava, aberta nessa pagina em cima da mesa de um dos meus bares preferidos junto ao mar do Porto, exposta ao sol pueril da manhã de domingo&#8230;</p>
	<p>Entra desta forma casuística, porém brutalmente poética, para o segundo lugar dos pensamentos que recolho aqui e ali&#8230; A primeira posição, inabalável, continua presente no rodapé deste blog&#8230;.
</div>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Silêncio?</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/04/06/434/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 01:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>pessoal</category>
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		<description><![CDATA[	Sabes bem que o silêncio ecoa de uma forma estrondosa quando as palavras que não dizes, que não queres dizer, não tem o som, não tem o sabor, não têm o sabor de quem sente, de quem diz o que sente, de quem sente o que diz…
Sabes bem
Sabes bem que não são esses os silêncios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sabes bem que o silêncio ecoa de uma forma estrondosa quando as palavras que não dizes, que não queres dizer, não tem o som, não tem o sabor, não têm o sabor de quem sente, de quem diz o que sente, de quem sente o que diz…<br />
Sabes bem<br />
Sabes bem que não são esses os silêncios, que não são essas as palavras que oiço… que anseio, que oiço sem que as tenhas ainda, ainda dito…
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Escondido nas palavras</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/01/19/escondido-nas-palavras/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 00:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>citações</category>
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		<description><![CDATA[	
	Em conversa casual sobre o que somos ou o que já fomos, salta-me à memória uma frase que li num livro que, infelizmente, já não sei identificar, mas que, felizmente, ainda guardo toscamente escrita num pequeno caderno de capa azul que me ofereceram algures em 1999: 
	“É com os acasos que nos atiram da direita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div align="justify">
	<p>Em conversa casual sobre o que somos ou o que já fomos, salta-me à memória uma frase que li num livro que, infelizmente, já não sei identificar, mas que, felizmente, ainda guardo toscamente escrita num pequeno caderno de capa azul que me ofereceram algures em 1999: </p>
	<blockquote><p>“É com os acasos que nos atiram da direita e da esquerda que urdimos o nosso destino. Acreditamos dizer o que queremos, mas é quem nos fez falar pela primeira vez que fala escondido por dentro das nossas palavras.”</p></blockquote>
	<p>A citação é, se a memória não me falha de <a target="_blank" href="http://oarcodavelha.blogsome.com/go.php?http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Lacan">Jacque Lacan</a>…
</div>
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		<title>Reciclagem</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/01/12/reciclagem/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 09:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>fotografia</category>
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		<description><![CDATA[	

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			<content:encoded><![CDATA[	<p><center><a target="_blank" href="http://oarcodavelha.blogsome.com/go.php?http://www.flickr.com/photos/fpcraveiro/2186581969/" title="recycling por fpcraveiro, no Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2121/2186581969_f2d9ee594a.jpg" width="500" height="300" alt="recycling" /></a></center>
</p>
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		<title>&#8220;Acocorado com o frio à noite à noite&#8221;&#8230;</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/01/05/acocorado-com-o-frio-a-noite-a-noite/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 23:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>pessoal</category>
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		<description><![CDATA[	
	Se lhe perguntassem em que pensava, não saberia responder. Provavelmente não ouviria sequer a pergunta nem que lha gritassem ao ouvido. Sintonizado apenas nos passos cada vez mais próximos, de alguém, de algo, de alguma estranha forma que não reconhece mas pressente. Sincopados, certeiros. Avassaladores. Tinha medo. Encolhia-se a um canto da saudade e empurrava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div align="justify">
	<p>Se lhe perguntassem em que pensava, não saberia responder. Provavelmente não ouviria sequer a pergunta nem que lha gritassem ao ouvido. Sintonizado apenas nos passos cada vez mais próximos, de alguém, de algo, de alguma estranha forma que não reconhece mas pressente. Sincopados, certeiros. Avassaladores. Tinha medo. Encolhia-se a um canto da saudade e empurrava os joelhos contra o peito. Do silêncio surgiam as vozes que o inquietavam, vozes que ecoavam sonoras num conflito que não tem forças para vencer. Acocorado, perdido no pensamento do antes e do depois, deixa-se absorver pelas chamas que lhe sombreiam o campo de visão em imagens fugidias, cintilantes… </div>
]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Continuo mudo&#8230;</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/01/02/continuo-mudo/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 21:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>geral</category>
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		<description><![CDATA[	&#8230; palavras para quê?
	



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8230; palavras para quê?</p>
	<p><center><br />
<embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/hiIvyIJPSTDaOHoFi21Z/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="322"></embed><br />
</center>
</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Close to paradise?</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2008/01/01/429/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 23:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>música</category>
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		<description><![CDATA[	
	Hoje não há palavras&#8230; Há sons que meditam&#8230;

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			<content:encoded><![CDATA[	<p><embed type="application/x-shockwave-flash"  src="http://stat.radioblogclub.com/radio.blog/skins/mini/player.swf" allowScriptAccess="always" width="180px" height="23px"  bgcolor="#660000"  id="radioblog_player_0"  FlashVars="id=0&#038;status=maximize&#038;filepath=http://www.radioblogclub.com/listen?u=.8yck5WdvN3Ln9Gbi5ybpRWYy9icm5SZlJnZuQ2byBXZoNWduVnb/Patrick%2520Watson%2520-%2520Close%2520to%2520paradise.rbs&#038;cover=1&#038;crossfader=1&#038;replay=1&#038;colors=body:#660000;border:#FFFFFF;button:#FFCC66;player_text:#FFCC66;playlist_text:#999999;"></embed></p>
	<p>Hoje não há palavras&#8230; Há sons que meditam&#8230;
</p>
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	</item>
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		<title>A hora do lobo</title>
		<link>http://oarcodavelha.blogsome.com/2007/12/23/428/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 20:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fpcraveiro</dc:creator>
		
	<category>pessoal</category>
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		<description><![CDATA[	 
	
	Apesar de a vontade ser a de ficar em casa a afogar a dor entre as reminiscências cada vez mais ténues dos dias que, afinal, foram quase sempre indistintos, acabou por empurrar o corpo pela noite obrigando-o às luzes de uma madrugada fria.
	Alheio ao espírito a que a quadra natalícia sugere, atravessou a cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><embed type="application/x-shockwave-flash"  src="http://stat.radioblogclub.com/radio.blog/skins/mini/player.swf" allowScriptAccess="always" width="180px" height="23px"  bgcolor="#660000"  id="radioblog_player_0"  FlashVars="id=0&#038;status=maximize&#038;filepath=http://www.arquivoweb.net/arquivos/6930470&#038;myTitle=rl.cinema.mp3&#038;cover=1&#038;crossfader=1&#038;replay=1&#038;colors=body:#660000;border:#FFFFFF;button:#FFCC66;player_text:#FFCC66;playlist_text:#999999;"></embed> </p>
	<div align="justify">
	<p>Apesar de a vontade ser a de ficar em casa a afogar a dor entre as reminiscências cada vez mais ténues dos dias que, afinal, foram quase sempre indistintos, acabou por empurrar o corpo pela noite obrigando-o às luzes de uma madrugada fria.</p>
	<p>Alheio ao espírito a que a quadra natalícia sugere, atravessou a cidade de bar em bar, encarneirado por uma multidão onde não se reconhece nem se vê, narcotizado em ébrios espaços de copos de whisky e fumo de cigarro. Traficado pelo valor mais baixo da sua auto estima. </p>
	<p>Os ponteiros no relógio de pulso contavam não o tempo, que lhe parecia estático, mas as partículas cada vez mais densas de um obnubilado sentimento de despedida; esse expoente intransigente a que, obstinado, se entregava.</p>
	<p>Como um rio sem margem, deixou-se levar sem as vontades próprias que tanto valoriza; sem a garra que recentemente se tinha descoberto; sem o poder da escolha e da decisão. Tropeçou em caras de outros tempos, em abraços e sorrisos de ocasião, e tudo lhe pereceu igual, tudo lhe pareceu feito de uma estúpida e imutável resistência inconsequente.</p>
	<p>Volta a casa pela hora do lobo, de alma vazia e olhos rasos e traz nas mãos, por entre os dedos, as memórias que já lhe escapam.
</div>
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