Sunday, 17 June, 2007 10:59

O fim do banco

Arquivado por francisco em: citações, blogues

Leitura obrigatória do cada vez mais surpreendente Bruno Nogueira.

Um excerto que vos redirecciona para o texto integral:

«Que vida inteira pode ser sentada sozinha, num banco de jardim?
Com a idade, nunca escolhem o meio, sempre o fim do banco.
Em crianças, ter-se-iam sentado na outra ponta?
E deixam-se estar.
Respiram como podem.
Os olhos já não procuram nada. Já viram tudo.
Vão guardando o passado em rugas, para libertar a cabeça.
Em que pensam?
Na morte?
Os velhos não vivem. Deixam-se viver.»

Comentários »

The URI to TrackBack this entry is: http://oarcodavelha.blogsome.com/2007/06/17/o-fim-do-banco/trackback/

Ainda não há comentários.

RSS feed for comments on this post.

Deixe o seu comentário

Linhas e parágrafos automáticos, e-mail não será mostrado no blogue, HTML permitido: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <code> <em> <i> <strike> <strong>


[O homem magnânimo sabe como comportar-se quando é exaltado e quando é humilhado. Sabe mostrar temperamento na sorte, seja boa ou má. Não prova nem exagerada alegria num grande sucesso, nem muita dor numa derrota. Não procura, mas também não evita o perigo e poucas são as coisas que o preocupam. Não é dado facilmente a falar, mas quando a ocasião o exige, diz franca e corajosamente o que sente. Não ambiciona ser louvado nem ver os outros censurados. Não se zanga por coisas de pouca importância e não conta com a ajuda de ninguém.] - Aristóteles