Tuesday, 31 October, 2006 09:48

Toda a verdade

Arquivado por francisco em: blogues

O inexplicável, explicado.

Sunday, 29 October, 2006 19:51

Liberdade?

Arquivado por francisco em: blogues

Freedom to copy” ou “o mistério da blogosfera”.
Para já, ainda sem opinião totalmente formada, estou incrédulo e assisto ao desenrolar dos estranhos acontecimentos.

É que de ontem para hoje isto




transformou-se nisto


Alguém anda a brincar com o bom nome de MST…
Não sabe que brinca com o fogo…

19:05

Caminho

Arquivado por francisco em: pessoal

Um passo em frente
dois atrás…

09:37

007

Arquivado por francisco em: cinema



espreitem mais aqui

Friday, 27 October, 2006 10:17

Está de noite

Arquivado por francisco em: pessoal

Hoje o dia ainda não amanheceu…
Apesar do sol.

Thursday, 26 October, 2006 22:56

Os dias oblíquos

Arquivado por francisco em: pessoal

Os dias galopeiam por cima das horas, confusos, oblíquos…
As horas por cima dos minutos,
os minutos por cima dos segundos.
Nada é constante, nada permanece.
Tudo muda.
Tudo.
Muda.
Tudo?…

09:41

Os encantos da empresa Google

Arquivado por francisco em: internet

Parece que não sou o único a achar (a ter a certeza) que a Google é mais, muito mais, que um mero motor de busca.


Sunday, 22 October, 2006 16:54

Ouvindo…

Arquivado por francisco em: citações, música


My mind trembles with shimmering leaves,
My heart sings with the touch of sunlight,
My life is glad to be floating with all things,
Into the blue of space and the dark of time.

[…]
Free me from the bonds of your sweetness, my love! No more of this wine of kisses.
This mist of heavy incense stifles my heart.
Open the doors, make room for the morning light.
I am lost in you, wrapped in the folds of your caresses.
Free me from your spells, and give me back the manhood to offer you my freed heart. 
Then finish the last song and let us leave.
Forget this night when the night is no more.
[…]

Os poemas são de Rabindranath Tagore, a música de Claude Challe

Saturday, 21 October, 2006 01:18

Eco

Arquivado por francisco em: pessoal

Por estes dias não te escrevo…
Tenho medo que as palavras me fujam por entre os dedos e te procurem. Tenho medo que elas te encontrem e não regressem mais. Que em ti permaneçam assim, por aí… sem saudade, sem vontade de voltar. Tenho medo que as minhas próprias palavras me rejeitem, que sílaba a sílaba me abandonem e me deixem com não mais do que um eco da tua passagem.

Tuesday, 17 October, 2006 22:47

Zero

Arquivado por francisco em: pessoal

Nem uma linha.
Nem uma palavra.
Sequer uma sílaba.
Hoje não escrevo nada.
Hoje não sou NADA.

Saturday, 14 October, 2006 11:36

Harakiri

Arquivado por francisco em: pessoal

Olho para o lado, para a geração a que pertenço e vejo o vazio. Uma geração sem causas, descrente, um andar passivo em círculos concêntricos. Os objectivos são deturpados em construções superficiais sem sumo e sem sabor. O amanhã é hoje e o que já passou não tem valor. Importa o agora e o depois logo se vê. As alegrias são feitas ao som do relato da bola e, mesmo aí, num sentimento mesquinho acreditam mais na derrota do adversário do que na vitória do próprio clube. Acreditam que um dia se ganhará o euromilhões. Acreditam nas sextas à noite, e que um copo nunca pode estar vazio. As crenças ficam por aqui.

Falta a vontade de ficar, de permanecer, de construir presenças sólidas. Falta a vontade de auto valorização. Falta a vontade de implantação de raízes sociais. Falta tanto que às vezes chego a pensar que já não vale a pena. Está tudo perdido, caminhamos para o abismo, mas, conscientes, continuamos em frente sem desviar, porque o que importa é o carpe diem.

Wednesday, 11 October, 2006 19:32

O purgatório de palavras

Arquivado por francisco em: pessoal

Há sítios onde gostava de roubar palavras. Estão por todo o lado. Nos livros, nos blogues, nos filmes, nas entrevistas da rádio, nas músicas, tantas vezes nas líricas das músicas. Não as roubo; mas permanecem indeterminadamente no meu pensamento, como se, de facto, as tivesse extorquido à força e fossem agora minhas, só minhas. É como se as sussurrasse permanentemente algures entre o meu próprio consciente e subconsciente para ali ficarem num limbo, naquela terra de ninguém.

Tuesday, 10 October, 2006 21:36

Felino

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Um gato com instintos de morcego, ontem em Óbidos

Sunday, 8 October, 2006 11:34

Bom dia

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Tuesday, 3 October, 2006 20:57

CB

Arquivado por francisco em: geral

Ora aqui está o que faltava: http://www.cinemabatalha.com
O CB na baixa do Porto está a custar a arrancar… Nitidamente falta de verbas e de alguém ambicioso e empreendedor que acredite que a baixa do Porto é uma excelente zona para locais de diversão nocturna.
Assumidamente um espaço alternativo, quase sempre com excelente música numa zona histórica da cidade é o grande trunfo do CB em relação aos Vias Rápidas, Chics, Acts e demais armazéns de gente e fumo num aglomerado de tipos ao engate na noite da mulher ali para os lados da zona industrial.
Experimentem passar pelo CB uma noite. Entrem sem preconceitos, pretensiosismos, sem querer ver ou ser visto, sem a sapatilha da moda ou a camisa Gant… Porque isso é tudo o que não encontrarão por lá…

Monday, 2 October, 2006 14:30

1000 formigas

Arquivado por francisco em: internet

O Papaformigas, o motor de busca de cientistas portugueses, ultrapassou hoje os 1000 cientistas inscritos. Depois de ter participado na equipa do bioquímica online, o Papaformigas é uma ideia desenvolvida por Tiago Carvalho, actualmente estudante de doutoramento na UCLA - University of California, Los Angeles ao abrigo do programa de Doutoramento em Biomedicina (PGDB) na área da Neurociência – Electrofisiologia, que começa a ser largamente reconhecida pela comunidade cientifica portuguesa.

Apesar de a maior parte dos inscritos na base de dados serem das áreas da biomedicina este é um espaço aberto a todas as áreas da comunidade ciêntifica portuguesa…

Parabéns Papaformigas!! Bom trabalho ;)



Porquê um motor de busca de cientistas portugueses?

Apesar de ainda haver muito para fazer, a verdade é que Portugal está a fazer um investimento considerável na formação avançada de recursos humanos. Este esforço, que já começou há alguns anos, está a ter como resultado a formação de uma verdadeira rede de académicos portugueses espalhados pelos quatro cantos do mundo e inseridos nas melhores universidades. Muitas destas pessoas reconhecem o apoio que lhes foi dado e estão dispostas e interessadas em manter a ligação a Portugal, partilhando todo o conhecimento que até ao momento adquiriram. O Papaformigas.com é apenas uma ferramenta que tenta servir de interface desta rede. Este site é gratuito e foi desenhado para ser o mais funcional e simples possível.

10:40

Publico de volta

Arquivado por francisco em: internet

O público.pt reabre hoje o acesso gratuito à edição de imprensa, juntamente com um ligeiro lifting gráfico. Esta reabertura é apenas parcial, uma vez que não poderemos contar com a leitura nem das colunas nem dos artigos de opinião. Estes dois campos continuarão exclusivos a assinantes, que por 50 euros anuais podem ver a edição de papel, tal e qual como ela se apresenta num novo site de navegação criado para o efeito (http://digital.publico.pt)

[O homem magnânimo sabe como comportar-se quando é exaltado e quando é humilhado. Sabe mostrar temperamento na sorte, seja boa ou má. Não prova nem exagerada alegria num grande sucesso, nem muita dor numa derrota. Não procura, mas também não evita o perigo e poucas são as coisas que o preocupam. Não é dado facilmente a falar, mas quando a ocasião o exige, diz franca e corajosamente o que sente. Não ambiciona ser louvado nem ver os outros censurados. Não se zanga por coisas de pouca importância e não conta com a ajuda de ninguém.] - Aristóteles