Tuesday, 29 August, 2006 02:08

Instinto

Arquivado por francisco em: pessoal


É difícil entender a relação criada entre um homem e um cão. São poucos os que a entendem. São poucos os que acreditam que essa relação pode ser mais forte, mais intensa e mais duradoura do que a interpessoal. Mais próxima do que a de duas pessoas que se conhecem e que falam a mesma linguagem. Mais reconfortante que um colo depois de um mau dia. São ainda menos os que a conhecem. São ainda menos os que a cultivam.
Um cachorro; um cão; não é um brinquedo de um ano só e que depois se joga fora pelo início da época balnear. Um cão não é um animal de estimação! Um cão é um animal de companhia! Um cão é um animal fiel… Um cão não é “como nós”. Um cão fica feliz de nos ver qualquer que seja a altura em que aparecemos. Um cão é incondicional… Um cão… o meu cão, é o meu melhor amigo. As amizades não se abandonam…

3 Comentários »

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  1. Acho que nunca li nada teu com que concordasse em absoluto….eis a 1ª situação…”os amigos não se abandonam…” Eu retiraria as reticências e substituíria pelo ponto final.Afirmativamente.Sem margem para dúvidas.

    Comment by Joana — Tuesday, 29 August, 2006 @ 13:40

  2. Aliás “As amizades não se abandonam”…estava no feminino e tudo… ;)

    Comment by Joana — Tuesday, 29 August, 2006 @ 13:42

  3. Os amigos não se abandonam, não se maltratam, não se esquecem. Os amigos somos nós quem escolhemos, e a amizade ‘per si’ deverá ser incondicional. Quem não respeita os outros seres vivos não merece respeito.

    Comment by Bad Girl — Sunday, 10 September, 2006 @ 17:30

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[O homem magnânimo sabe como comportar-se quando é exaltado e quando é humilhado. Sabe mostrar temperamento na sorte, seja boa ou má. Não prova nem exagerada alegria num grande sucesso, nem muita dor numa derrota. Não procura, mas também não evita o perigo e poucas são as coisas que o preocupam. Não é dado facilmente a falar, mas quando a ocasião o exige, diz franca e corajosamente o que sente. Não ambiciona ser louvado nem ver os outros censurados. Não se zanga por coisas de pouca importância e não conta com a ajuda de ninguém.] - Aristóteles