Educamos as crianças a viver em falsa harmonia. Quando a realidade crua e dura chega, já é tarde para corrigir o disparate. Em vez de usarmos analgésicos contra a dor, preferimos enfrentar a realidade já anestesiados.
Arturo Pérez-Reverte
Verdades
Colisão

Vou ser breve a opinar porque tudo o que aqui escrevesse não lhe chegaria à verdadeira dimensão. Vou apenas dizer que é imperdível e que entrou directamente para o meu top 10 de favoritos. De realçar também a excelente banda sonora de Mark Isham. Visite o website do filme.
“You think you know who you are? - You have no idea!”
radio blog
Adicionado ali ao lado o tema I love you my hope do álbum Moving On dos Hird.
The sun sets behind you
And it shines on me too
This view must be the highest beauty
And I know that light will pass
And the dark will fall
But I don’t care about that now
No I don’t care about that now
The days we spend
Searching, sometimes finding
If we die today, we should die smiling
And I know these times will be gone someday
But I don’t care about that now
No I don’t care about that now
What we believe, is what we believe
Faith, to give relief
And maybe all our truths will be lies someday
But I don’t care about that now
I believe in love
Love believes in be
Though it tribulates
And my heart tests my sanity
And I know this love
Is gonna hurt some day
But I don’t care about that now
The sun sets behind you
And I know that light will pass
And the dark will fall
But I don’t care about that now
And I know these times will be gone someday
No I don’t care about that now
And maybe all our truths will be lies someday
But I don’t care about that now
And I know this love
Is gonna hurt some day
But I don’t care about that now
Oh ohh…
I don’t care about that now
I believe in love
De primavera em primavera…

Tal como nas estações do ano, o tempo com que nos urdimos vai correndo até encontrar o seu ponto de partida, porém, sem nunca recuar. Contraditório? Então veja o “primavera, verão, outono, inverno… e primavera” um filme em cinco actos de Kim Ki-Duk onde um monge e seu discípulo partilham vivências num mosteiro flutuante e isolado onde, mais do que em qualquer outro lado, o tempo se faz exprimir em toda a sua essência.
A380
Este vi no Peopleware - Como construir um A380 em 7 minutos
Há palavras…
Margarida Pinto Correia - há palavras que nos beijam [Alexandre O’Neill]
Noites de insónia

Para quê fingir e esboçar sorrisos contrafeitos, quando tudo aquilo de que nos julgamos feitos não passa de minudências. Quando no que queremos acreditar apenas o fazemos por recurso ou por falsa convicção… E porque o caminho alternativo é tão mais sinuoso e oculto que nos resignamos a percorrer pela erva já rara de tanto calcada, para nos levar irremediável e indefectivelmente ao mesmo sítio. A esse mesmo sítio onde outros tantos já estiveram. Não seria melhor optar por abrir uma nova vereda? Calcar a terra onde nunca o tivera sido antes e deixar que cada passo lavre novas realidades, novos horizontes, novos objectivos. De que nos vale tudo o que orgulhosamente aclamamos sem sonhos, sem finalidades, sem vontade… sem alma.
Coisa ruim
Enquanto não vejo o filme “coisa ruim” de Tiago Guedes e Fernando Serra com argumento de Rodrigo Guedes de Carvalho, vou abrindo o apetite com a entrevista da dupla de realização no programa de Carlos Vaz Marques, o pessoal e transmissível da TSF.
Duas mãos
Uma vazia de tudo…
Outra cheia de nada…
Surpreendente
Poesia II
E por ser o dia mundial da poesia deixo aqui um dos poemas que mais me diz. Pela voz de Vinicius de Moraes.

Vinicius de Moraes – Poema de Natal
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos…
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
Poesia I
Hoje é o dia mundial da poesia e logo, às 21:30 na Fnac do Norte Shopping será feita uma homenagem a Eugénio de Andrade.
Além de poeta, Eugénio de Andrade foi um homem muito atento e interveniente na vida cultural do Porto, cidade que adoptou como sua. Apesar de um temperamento algo reservado, no seu carácter sobressaía uma sincera disponibilidade para partilhar a sua poesia. A obra poética que Eugénio de Andrade nos deixou é ímpar. Na sua poesia destaca-se a intensidade, a constante vibração, um ritmo muito particular. Homenagem a um dos maiores vultos contemporâneos da poesia numa iniciativa que conta com a apresentação de Rui Lage.
in fnac
Cidade de Deus
Numa favela esquecida e desprezada pelo governo brasileiro, a lei da bala impera e o trafico de droga é banal. “Se o tráfico fosse legal, Zé Pequeno era o homem do ano”. É assim que o personagem, e narrador da história Buscapé, define o maior rebelde da zona. Buscapé é um miúdo com uma sensibilidade diferente do normal na favela carioca Cidade de Deus que cresce e vive no meio do mais grotesco crime, numa pobreza extrema. A sua grande ambição é ser fotógrafo. Ele vê o facinoroso cenário da favela através da lente da sua máquina fotográfica, comprada em segunda mão a muito custo com dinheiro honesto. Ele acabará por ser salvo do seu destino pelo seu talento como fotógrafo.

Protagonizado por alguns actores e cerca de 100 crianças da própria favela, é como um documentário de uma realidade que nos custa conhecer, de uma realidade que por diversas vezes fugimos ao conhecimento numa tentativa egoísta de nos preservarmos de pensamentos mais profundos da condição humana.
Este filme de Fernando Meireles é um filme violento com tiros, muitos tiros, sangue, mortes e chacinas mas que, mesmo assim, não devemos ficar indiferentes.
Um ano…
…em ESTADO CRÍTICO… Que como o autor define “é a alma do blog”. Neste blog, ou se aceita a crítica e se entra na discussão, ou não se aceita e a única solução é ESTA.
Contraditório
Dizem que hoje chega a Primavera…
Para mim, hoje parece que chegou o Inverno…
Saudades do verão

No suplemento fugas do jornal público de hoje aparecem duas páginas dedicadas a alguns caminhos que conheço bem. Dos moinhos da Apúlia às dunas de Fão a tranquilidade está presente a cada passo. Alias, a fotografia que ilustra o cabeçalho deste blog é de uma das praias da zona. Um recanto da costa nortenha que, não fosse a nortada quase constante, teria sido estragado há muito pela avalanche humana.
Relembro assim algumas fotografias que por lá tirei no verão passado.
Monólogo
Maria Bethania - Monólogo de Orfeu [Vinicius de Moraes]
A porta

Porque
por essa porta
sobre a rugosa luz da tarde
terás ainda tempo
de pegar nos pés e meter-te a caminho,
sem raízes
a enredar-te os passos,
pois para a morte
não tens ainda palavras,
ainda não, ainda não, ainda não.
Eugénio de Andrade - A Porta
Gota de orvalho
Paula Morelembaum & Sakamoto - A felicidade
Groove Salad
É uma rádio online para ouvir os sons tranquilos do chillout, ambiente e downtempo.

ouvir aqui
Por outro lado
Hoje na :2 lá para a meia noite Ana Sousa Dias entrevista Rodrigo Guedes de Carvalho. Vejam e surpreendam-se…
É o autor do argumento do filme “Coisa Ruim”, actualmente em cartaz, e publicou recentemente o segundo romance - “A Casa Quieta”. Apesar de ser sobejamente conhecido como jornalista, em particular como pivot do Jornal da Noite da SIC, Rodrigo Guedes de Carvalho considera-se principalmente um escritor e explica como chegou ao jornalismo e que relação mantém com esta profissão. Numa conversa tranquila, revela alguns factos sobre o filme “Coisa Ruim”, realizado por Tiago Guedes e Frederico Serra, com os quais tem já novos projectos em andamento. Anuncia também o romance com lançamento em Abril: “A Mulher em Branco”
Não tenho medo
Mais uma noite de insónia… Venho aqui para recomendar um filme diferente. Esqueçam as actrizes de Hollywood, os efeitos especiais, os elencos de luxo e as americanadas que comemos todos os dias… Esta é uma história simples. Michele é uma criança de 10 anos que vive no meio de pitorescos campos de trigo no sul de Itália. Separando-se das brincadeiras dos seus amigos ele descobrirá um buraco no chão. Nele encafuado uma outra criança da mesma idade acorrentada e maltratada. Um filme com a mais extraordinária fotografia e de uma beleza cinematográfica fora de série. O Título original é “Io non ho paura” e é dirigido por Gabriele Salvatores.

É a vida

A vida é assim. Às vezes gosta de nos rasteirar ao dobrar de cada esquina…
O convidado
Na segunda feira passada, alertado por um sms de um amigo para o que a RCP estava a difundir, sintonizei os 89.5 fm. O contador de estórias, como gosta de se definir, Miguel Sousa Tavares era entrevistado por Luís Osório no programa “o convidado do clube”. Coisa rara nos últimos tempos. Ao que parece o escritor não gosta de ser entrevistado, tanto quanto sei por “estar farto dele próprio”. A última entrevista que me lembro ter concedido foi à Ana Sousa Dias no por outro lado da 2, já lá vai seguramente mais de um ano.
Para ouvir aqui
ou no player do RCP
Lado esquerdo
Meu lado esquerdo
É mais forte do que o outro
É o lado da intuição
É o lado onde mora o coração
Meu lado esquerdo
Oriente do meu instinto
É o lado que me guia no escuro
É o lado com que eu choro
E com que eu sinto
Meu, o meu
Foi o meu lado esquerdo
Que me levou até ti
Quando eu já pensava que não existias
Para mim no mundo
Meu lado esquerdo
Não sabe o que é a razão
É ele que me faz sonhar
É ele que tanta vez diz não
Meu, é o meu
Foi o meu lado esquerdo
Que me trouxe até ti
Quando eu já pensava que não existias
Para mim no mundo
Letra - Carlos Tê
Música - Clã
Alívio
Vasco Pulido Valente foi um ar que se lhe deu. Ainda bem… Confesso que já estava farto de ler tanta alarvidade… Nos últimos tempos já só lia os posts da Constança Cunha e Sá, os do VPV ou não lia ou lia muito na diagonal para não ficar com azia…
Adeus ao Espectro
O quadro do quinto

Numa obra de Paula Rego e na parede das memórias ficará pendurado o Presidente Sampaio. O presidente do quinto mandato desde a Revolução dos Cravos. Lutador do regime fascista. Fundador do MES - Movimento de Esquerda Socialista - um movimento de pouca dura que o levaria à transição para o Partido Socialista, em 1978. Foi deputado na AR em 1979 e membro da Comissão Europeia para os Direitos Humanos. Foi presidente do grupo parlamentar do PS tendo sido eleito secretário-geral em 1989 altura em que foi também eleito Presidente da Câmara Municipal de Lisboa onde ficou por dois mandatos. Em 1995 foi candidato à Presidência da República tendo derrotado Cavaco Silva logo à primeira volta.
Os seus 10 anos de Presidência foram sempre pautados pela prudência e pela moderação. Um dos episódios mais marcante e controversos foi a sua decisão de, em 2004, não convocar eleições antecipadas aquando da resignação do cargo de Primeiro Ministro de Durão Barroso para presidir à Comissão Europeia. Episódio que levou à demissão do então secretário-geral do Partido Socialista, Eduardo Ferro Rodrigues. Tendo escassos meses depois dissolvido a Assembleia e convocado novas Eleições Legislativas.
Um Presidente de quem ainda teremos saudades… porque o contraste aí virá…
Agora… Agora será Cavaco Silva num provável mandato de 5 + 5 anos…
Não aclamou o choque tecnológico, mas já o é visível. O antigo e cinzentão portal da Presidência da República já foi, hoje mesmo, alterado. Alterado para uma versão narcisista (http://www.presidencia.pt/). Logo na página inicial somos injectados com o rosto do Presidente empossado, desenxabido como de costume e esforçando o sorriso amarelo. No entanto, nem tudo é mau. O portal está bastante mais actual, quer graficamente, quer tecnologicamente.
Ilusões?…
Maria João Pires - Chopin Nocturne No. 1 In B Flat Minor, Op. 9 No. 1: Larghetto
Ouvindo Chopin e reflectindo numa incontornável conversa, porventura incómoda, sobre patamares, sobre a partilha daquilo de que somos feitos e do que nos faz mover. Daquilo que dizemos ou deixamos de dizer. Dos tugúrios onde nos escondemos num refúgio talvez metafísico e da rejeição da realidade…
Incapaz de encontrar as minhas próprias palavras encontro as de Vergílio…
Como é ilusória a ideia de que o mais importante de nós ou o mais profundo ou talvez mesmo o mais autentico, está na base ou fundamento de nós. Porque nos fundamentos de nós não há nada ou há apenas ridicularias infantis. A mais elementar ideia é já uma extraordinária conquista sobre nós. O homem começa a sê-lo num patamar de si que fica já muito acima do que é nele elementar. Espontaneamente nós somos feitos de irresponsáveis fragmentos dispersos, folhas secas que se evolam a uma aragem de acaso à deriva. E é tão fácil sermos aí. Um momento de distracção, um vaguear-se de incerto numa quebra de repouso, e logo o disparate inconsequente, o regresso à infantilidade distraída, a ingenuidade mais pueril toma conta do nosso ser. Mas a “autenticidade” é essa, é esse o nosso ser fundamental.
(…)
O homem é um polícia activíssimo de si próprio e que o espera na rua. E só aí ele tem altura de adulto. Porque fora das suas vistas, é menos que a criança que se não sabe vigiada.
Vergílio Ferreira in Pensar parágrafo 363
Podcasting
Deste os primeiros passos do podcast que sou consumidor destes novos programas on-line. Libertam-me dos horários da difusão hertziana, posso transferi-los para o i-pod e libertar-me também do computador. Em movimento, na esplanada, na praia ou onde quer que seja ouço os programas que mais gosto quando quero…
O que é o Podcast?
Os programas ou arquivos, gravados em qualquer formato digital (MP3, AAC e OGG são os mais utilizados nos podcasts de áudio), ficam armazenados num servidor na internet. Por meio do feed RSS, que funciona como um índice actualizável dos arquivos disponíveis, novos programas de áudio, vídeo ou fotos são automaticamente puxados para o leitor através de um agregador, um programa ou página da internet que verifica os diversos feeds adicionados, reconhece os novos arquivos e os puxa de maneira automática para a máquina. Os arquivos podem ainda ser transferidos para leitores portáteis.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast
Neste site, pode encontrar os mais famosos podcasts portugueses. Dos mais interessantes que conheço, saliento:
TSF – sinais
TSF – pessoal e transmissível
SIC – páginas soltas
Deste último deixo o programa de 15 de Fevereiro com o Ricardo Araújo Pereira, um personagem curioso que é bem mais que um mero humorista:
O meteoro holandês
Pintor incompreendido, muitas vezes lunático, com frequentes crises e alucinações terríveis, um inadaptado… Viveu na amargura de uma vida de quem se procura não se encontra nunca. Um solitário…

Do seu vasto espolio são particularmente estas duas que mais me fascinam. A “vinha vermelha” e “a seara com gralhas”. A primeira por ter sido a única a ser vendida ainda em vida do pintor, e a segunda por ter sido a última (segundo se crê) das suas pinturas.

Na sua fase mais trágica, em Auvers, onde já não suporta a solidão e não tem mais forças para combater as alucinações que o assaltam, desesperado corre aos campos de trigo e pinta a seara com gralhas, tela que revela fielmente o seu estado de alma. A 27 de Julho de 1890 sai novamente a essa seara, desta vez está armado com um revólver para disparar às gralhas, no entanto não serão estas a serem penetradas pelas balas, mas sim o seu próprio peito. Mais uma vez não é bem sucedido, arrasta-se de volta a casa mas a bala não pode ser extraída. Mandado chamar à pressa, o seu irmão Theo suplica-lhe que não morra, Vincent responde apenas “a miséria não acabará jamais”. Morre dois dias depois e é sepultado no cemitério de Auvers. Apaga-se assim a luz do meteoro holandês. Sem nunca se recompor do trágico acontecimento, Theo fará subitamente companhia a Vincent seis meses depois.
Chamaram-lhe voz…
Uma pequenina luz
Uma pequenina luz bruxuleante
não na distância brilhando no extremo da estrada
aqui no meio de nós e a multidão em volta
une toute petite lumière
just a little light
una picolla… em todas as línguas do mundo
uma pequena luz bruxuleante
brilhando incerta mas brilhando
aqui no meio de nós
entre o bafo quente da multidão
a ventania dos cerros e a brisa dos mares
e o sopro azedo dos que a não vêem
só a adivinham e raivosamente assopram.
Uma pequena luz
que vacila exacta
que bruxuleia firme
que não ilumina apenas brilha.
Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda.
Muda como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Brilhando indeflectível.
Silenciosa não crepita
não consome não custa dinheiro.
Não é ela que custa dinheiro.
Não aquece também os que de frio se juntam.
Não ilumina também os rostos que se curvam.
Apenas brilha bruxuleia ondeia
indefectível próxima dourada.
Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não:
brilha.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda
como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Apenas como elas.
Mas brilha.
Não na distância. Aqui
no meio de nós.
Brilha
Jorge de Sena, Fidelidade (1958)
Sms mania
30 pessoas reunidas em volta de uma mesa.
Durante as 3 horas do jantar existe sempre, e ininterruptamente, pelo menos uma pessoa com o telemóvel na mão… Será que já se enviam sms’s de uma ponta para a outra da mesa?!!
Upside Down
Jack Johnson - upside down
Who’s to say what’s impossible?
Well, they forgot this world keeps spinnin’
And with each new day, I can feel a change in everything.
And as the surface breaks, reflections fade,
but in some ways they remain the same.
And as my mind begins to spread its wings,
there’s no stopping curiosity.
I want to turn the whole thing upside down.
I’ll find the things they say just can’t be found.
I’ll share this love I find with everyone.
We’ll sing and dance to mother nature’s songs.
I don’t want this feeling to go away.
Who’s to say I can’t do everything?
Well, I can try.
And as I roll along I begin to find
Things aren’t always just what they seem
I want to turn the whole thing upside down.
I’ll find the things they say just can’t be found.
I’ll share this love I find with everyone.
We’ll sing and dance to mother nature’s songs.
This world keeps spinnin’ and there’s no time to waste
Well it all keeps spinnin’, spinnin’, ’round and ’round and
Upside down, who’s to say what’s impossible and can’t be found?
I don’t want this feeling to go away
Please don’t go away
Please don’t go away
Please don’t go away
Is this how it’s supposed to be?
Is this how it’s supposed to be?
Now we are free
Faz parte do Gladiador, de Ridley Scott.
A banda sonora é de Hans Zimmer que por sua vez convidou Lisa Gerrard para a interpretação de algumas músicas.
Lisa Gerrard - Now we are free
Quem souber traduzir, que faça o favor:
Anol shalom
Anol sheh lay konnud de ne um {shaddai}
Flavum
Nom de leesh
Ham de nam um das
La um de
Flavne…
We de ze zu bu
We de sooo a ru
Un va-a pesh a lay
Un vi-I bee
Un da la pech ni sa
(Aaahh)
Un di-I lay na day
Un ma la pech a nay
Mee di nu ku
(Fast tempo, 4 times)
La la da pa da le na da na
Ve va da pa da le na la dumda
Anol shalom
Anol sheh ley kon-nud de ne um.
Flavum.
Flavum.
M-ai shondol-lee
Flavu… {Live on…}
Lof flesh lay
Nof ne
Nom de lis
Ham de num um dass
La um de
Flavne…
Flay
Shom de nomm
Ma-lun des
Dwondi.
Dwwoondi
Alas sharum du koos
Shaley koot-tum.
Águas de Março
Dia dois do mês de Março. Um dia chuvoso e com poucas palavras. Não fecha o verão, abre antes espaço ao solipsismo e reflexão… Até o Bock se deixou das suas habituais correrias e passou a tarde inteirinha enroscado em frente ao aquecedor.
Elis Regina – Águas de Março








