Tuesday, 31 January, 2006 17:03

Fragmentos

Arquivado por francisco em: pessoal

(…)
Tivesse asas e voava. Aquele momento estava impregnado de memórias que agora latejavam a uma velocidade estonteante sobrepondo-se instantaneamente umas às outras. Aquele momento era ali e agora e queria ficar lá para sempre. Sentir ainda mais intensamente aquela vontade que lhe rasgava a carne e a pele numa exorcização de sentimentos.

(…)

Vontade de gritar. Gritar ao mundo e perguntar bem alto para que todos o ouçam: o que fazes aqui?
Perante ele apresentava-se o infinito: ele próprio perdido na infinidade dos dias, ele próprio esquecido da força que o faz acontecer…

Já o sentira antes, no encanto de um ventre…

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[O homem magnânimo sabe como comportar-se quando é exaltado e quando é humilhado. Sabe mostrar temperamento na sorte, seja boa ou má. Não prova nem exagerada alegria num grande sucesso, nem muita dor numa derrota. Não procura, mas também não evita o perigo e poucas são as coisas que o preocupam. Não é dado facilmente a falar, mas quando a ocasião o exige, diz franca e corajosamente o que sente. Não ambiciona ser louvado nem ver os outros censurados. Não se zanga por coisas de pouca importância e não conta com a ajuda de ninguém.] - Aristóteles