O Carnaval tem vindo a intrometer-se ano após ano na tradição do Natal. Os ornamentos natalícios são substituídos por irritantes luzes psicadélicas de diversas cores e feitios que proliferam em todas as janelas e varandas. Vestidos de kimono, Pais Natal “made in China” sobem escadas cintilantes ao lado de renas intermitentes que, não fosse Dezembro, todos achariam coelhos… As mangueiras rochas, azuis, lilás, de todas as cores menos as tipicamente natalícias, contornam cantos e esquinas de “maisons” e apartamentos…
Assistimos passivamente à desvirtualização do Natal… tragam os confetis e as serpentinas…
Friday, 23 December, 2005
20:17
Bem vindos ao CarNatal
Thursday, 15 December, 2005
19:26
T3 com vista
Estes dois vendem tudo menos ideias polítticas:
Thursday, 8 December, 2005
21:33
Uma biografia política
José Pacheco Pereira escreve agora um outro blog. Um complemento ao estudos sobre o comunismo, o novo blog sobre Álvaro Cunhal, pretende ser um espaço complementar ao livro da sua biografia.
Friday, 2 December, 2005
21:52
20%
Para que conste, Manuel Alegre não foi o único deputado a faltar à votação do OE. Segundo o jornal Público, nesse dia faltaram outros 45 deputados, ou seja, cerca de 20%. Não ouvi nada sobre nenhum deles… Estranho!
Thursday, 1 December, 2005
20:10
Self Portrait

A chuva lá fora convidou a uma tarde dentro de portas, a trabalhar, infelizmente. Nas colunas do pc tocou todo o tempo uma fantástica Lounge Radio, captada on-line pelo iTunes. Deitada languidamente pelo chão a incessante companhia do Bock. Bocejando entre as minhas pernas e o aquecedor de halogéneo parecia querer desprender-se aos poucos do tempo. Hoje, a tarde foi infinita… e passou num instante…
[O homem magnânimo sabe como comportar-se quando é exaltado e quando é humilhado. Sabe mostrar temperamento na sorte, seja boa ou má. Não prova nem exagerada alegria num grande sucesso, nem muita dor numa derrota. Não procura, mas também não evita o perigo e poucas são as coisas que o preocupam. Não é dado facilmente a falar, mas quando a ocasião o exige, diz franca e corajosamente o que sente. Não ambiciona ser louvado nem ver os outros censurados. Não se zanga por coisas de pouca importância e não conta com a ajuda de ninguém.] - Aristóteles








