Mais um texto vindo por e-mail, infelizmente não vem assinado:
Existe um país onde um cidadão de 81 anos depois de ter cumprido 10 anos de mandato como Presidente da República e de ter estado 10 anos de molho decide candidatar-se novamente para salvar o país de um fantasma, passando por cima de um amigo de longa data.
Existe um país onde três candidatos autárquicos com fortes probabilidades de vencer estão indiciados por processos fraudulentos e uma outra candidata a candidata com mandato de prisão emitido e foragida no Brasil, tem toda a cidade a aguarda-la tal qual D.Sebastião.
Existe um país onde o único escritor galardoado com o prémio nobel da Literatura vive no país vizinho.
Existe um país de onde é oriundo aquele que é considerado o melhor treinador de futebol da actualidade, cujo seleccionador nacional é estrangeiro.
Existe um país onde o maior sucesso nacional do ano é um disco de originais de um músico que morreu há quinze anos.
Existe um país onde os dois guarda-redes da selecção nacional são suplentes de dois guarda-redes da mesma nacionalidade nos respectivos clubes.
Existe um país onde o nome da mascote do principal evento desportivo alguma vez organizado começa por uma letra (k) que não faz parte do seu alfabeto. Esse país estranho é o meu país.
Esse país só gosta dele próprio e da sua bandeira quando vem alguém de fora jurar a pés juntos que somos bons.
“Enquanto fui, durante 13 anos, secretário-geral do PS, e sem nunca receber salário por isso, a minha profissão era ser secretário-geral do PS. Quando fui deputado e Presidente da República as minhas profissões eram essas.” – Mário Soares
“A profissão deste indivíduo é ser um Aldrabão Compulsivo. E então o tráfico de Diamantes e de Marfim não lhe dizem nada?” – Quitéria Barbuda in “O Regresso do Patife – Parte II”, Revista “Espírito”, nº 21, 2005.
“Realmente, sou um político profissional e não tenho medo de o dizer.” – Mário Soares
“Político Profissional? O indivíduo é um Trafulha Profissional, conforme denunciou o seu grande amigo e confidente Mateus.” – Quitéria Barbuda in “O Regresso do Patife – Parte II”, Revista “Espírito”, nº 21, 2005.
Comment by Brigada Bigornas — Monday, 31 October, 2005 @ 10:20