Monday, 18 July, 2005 15:29

Ócio

Arquivado por francisco em: pessoal

Nos próximos 15 dias andarei tipo D. Sebastião, perdido na nortada das dunas que separam o Cávado do Atlântico. A minha Ixus 430 vai comigo a ver se partilho aqui no Arco algumas das vistas da zona.
Não sei como me vou dar sem computador, Internet, sic noticias, sinal fraco no telemóvel… Está a parecer-me que, de quando em vez, terei de dar um salto ao Porto. Para compensar, o leitor de dvd e o ipod já estão na mala…



Ofir é um proémio de férias onde os pensamentos se alinham, a leitura e o sono se põem em dia e se dá um pouco de cor ao corpo esquálido de uma época de exames. Um tugúrio de onde regresso mais vivo, mais eu, e com mais ânimo para vencer as rasteiras da vida. Principalmente agora que lhe dou mais valor, perdido que está o mais telúrico espaço de férias que alguma vez tive.

Fiquem por aqui que voltarei, o mais tardar, no fim do mês.

1 Comentário »

The URI to TrackBack this entry is: http://oarcodavelha.blogsome.com/2005/07/18/ocio/trackback/

  1. Pois meu caro, ainda te sobre um espaço.
    A mim, amputaram-me o único que tinha: Cete.
    E, daí para cá, sinto-me órfão. Porque foi o único lugar onde soube olhar e apreciar o mundo. E onde, inevitavelmente, um dia regressarei. Nem que seja para morrer.

    Comment by Critico — Monday, 18 July, 2005 @ 18:32

RSS feed for comments on this post.

Deixe o seu comentário

Linhas e parágrafos automáticos, e-mail não será mostrado no blogue, HTML permitido: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <code> <em> <i> <strike> <strong>


[O homem magnânimo sabe como comportar-se quando é exaltado e quando é humilhado. Sabe mostrar temperamento na sorte, seja boa ou má. Não prova nem exagerada alegria num grande sucesso, nem muita dor numa derrota. Não procura, mas também não evita o perigo e poucas são as coisas que o preocupam. Não é dado facilmente a falar, mas quando a ocasião o exige, diz franca e corajosamente o que sente. Não ambiciona ser louvado nem ver os outros censurados. Não se zanga por coisas de pouca importância e não conta com a ajuda de ninguém.] - Aristóteles